” Todos os dias de manhã, na África, o antílope desperta… ele sabe que terá de correr mais rápido que o mais rápido dos leões, para não ser morto.
Todos os dias, pela manhã, desperta o leão… ele sabe que terá de correr mais rápido que o antílope mais lento, para não morrer de fome.
Não interessa que bicho você é, se leão ou antílope. Quando amanhece, é melhor começar a correr… “
mulhé. vou te contar uma historinha… minha pinça de sobrancelha tinha caído na privada com xixi. dispensei, dei descarga…ontem. minha pinça reserva (que era beeem ruim por sinal) caiu na privada com xixi. gritei um B*C*T* bem alto, enfiei a mão no xixi…e resgatei a pinça. lavei pinça e mãos com alcool em gel. o pior é que a pinça não presta. é ruim pra caramba.
A mãe de R. foi casar hoje. na igreja, por que no civil já é faz tempo. Eu acho lindo quem renova votos ou casa de novo. Ela chega em casa em cima da hora. R. e o noivo não estão prontos. Ela, como qualquer noiva moderna, deu um xilique. R. e o noivo entram no quarto, colocam cuecas por cima das calças, paletó sem blusa e óculos de sol, saem do quarto… “Estamos prontos!”. A noiva quase enfarta de rir de ódio.
Camilinha, minha prima de 7 anos ontem fez o seguinte comentário:
- Sabia que um menino lá na minha escola me pediu em namoro??
-Ai foi? E ele era bonitinho?
- Maisss ou menosss…
- E tu respondeu o que pra ele?
- Nada. Eu dei uma surra nele!
C. 7 anos, salva a inocência dessa infância que anda tão adulta nos dias de hoje. não é? morro de orgulho.
Amar é uma das tarefas mais difíceis, mais gostosas e mais dolorosas do mundo. Você vai ser muito feliz e vai sofrer muito por coisas bem bestas, até o final da sua vida. ou do amor. quase nada no mundo vale mais a pena do que isso.
vamos combinar, que depois de duas doenças seguidas, assalto e todo o stress. eu já posso ganhar na mega-sena. né?! Porém, eu sou da teoria de que nada pode estar completamente maravilhoso. e enquanto essas merdas acontecem. tem uma coisinha que tá tão boa. que nem conta o resto.
pra provar que não se deve chorar por coisas que podem ser remediadas. um dia como daqueles que gosto. que a gente não tem tempo nem pra respirar, e ele passa correndo, ligeiro-bala. o fato é que chegando na aula que já tinha perdido e não apresentado um trabalho. que aparentemente era bem importante. cheguei, estacionei o carro correndo, no telefone ‘afi maria!’ – ‘eu não disse???’ – ‘só pode!’ – desliguei o ar… as luzes… saí do carro… apertei o ‘biloto’ e paf. (no telefone) -”Puta merda! Tranquei o carro ligado com a chave dentro!!!!”
Sorte ter um irmão discípulo do Mac Guyver. que – não façam isso em casa crianças – com um cadarço e um pincel, conseguiu abrir o carro.
e L. que me contou que, descendo a rampa da faculdade encontrou uma moça sentada em uma cadeira de rodas, com as pernas e os braços todos ‘lascados’ (sic), e chorando. L. se aproximou e perguntou “O que aconteceeeeu” (com uma voz bem docinha, prestativa). E a moça chorando “eu prendi o meu dedo na roda da cadeira e tá doendo muuuuito!”.
é horrível, eu sei, mas comecei a rir muito e disse: E eu aqui reclamando da chave presa pra dentro do carro…
A Vanessa Rozan disse ontem no Esquadrão da Moda, que achar o corretivo ideal pro seu rosto é como achar o homem ideal pra você. E se eu já tiver achado os dois? O que eu procuro conseguir depois?
No almoço a minha saga de tentar falar com a Oi para resolver um probleminha com o resgate do meu número que foi roubado. O fato é que fiquei falando só com A Vagabunda Virtual. que não me disponibilizava nenhuma opção no menu que encaminhasse para uma Atendente Real.
E eu como uma louca gritando com A Vagabunda Virtual: – EU QUERO FALAR COM A ATENDENTE REAL, SUA ÉGUA! … até entender que não adiataria tentar ferir os sentimentos dela, se ela é só uma Vagabunda Virtual e não contém sentimentos.
Resultado:. nada resolvido, vou me dirigir até uma Loja Real da Oi para tentar resolver o meu problema com uma pessoa de verdade, e não com uma máquina. Eu não confio em máquinas.
cruzei com um moço na rua. cabelo do meio da cabeça pra trás preto. do meio pra frente, amarelo/louro. estilo Luis Caldas, mas bem menor. num tamanho suficiente que dava pra ver aquele cabelinho de fio de telefone. bem besuntado num gel efeito molhado. e, pasmem! o bigode era no mesmo estido metade-metade. fiquei naquela e pensei “e se cafonice for contagioso?”. prevenidamente me afastei o suficiente pra que ele não encostasse em mim.
Senhores donos de cachorros. queiram, por gentileza, recolher os cocôzinhos dos seus filhotinhos das calçadas. Obrigada pela compreensão.
eu estou contribuindo para a morte lenta dos blogs. isso por que não apareço poraqui faz tempo. eu não gosto mais da internet, sabe. sentar aqui pra perder mais algumas horas do meu dia na frente de um computador. e eu que já estou com tão pouco tempo livre. se eu voltasse a escrever todas aquelas coisas que eu via pra cá… nem com bloquinho na bolsa eu ando mais, acredita??? um dia desses numa gincana, no chá de panelas de T. uma das coisas era ter um bloquinho na bolsa, e eu não tinha, ninguém acreditou. e era mesmo. caneta de duas cores, daquelas bic, duvido que alguém tenha. eu só tinha um leque, por que também não ando com maquiagem na bolsa, mas isso também não foi pedido. eu tenho me divertido, é verdade, mas puta que pariu, como é difícil viver e conciliar todas as coisas! eu me esqueço da paranormal. nunca mais tive criatividade pra ela. esqueço de escrever. esqueço de… me emocionar. eu tenho medo de falar muito disso, por que fico pensando que posso entrar em uma neurose. isso se eu já não estiver nela. é por que eu não costumo dar muita trela pras minhas neuroses. eu tenho a maior vergonha na cara, sabia?
Formspring. fiquei curiosíssima pra fazer, só pra saber o que as pessoas tem curiosidade sobre mim. mas acho muito egocêntrico. twitter é necessidade. facebook não faço só por que não posso me viciar na fazendinha. E a Madonna no Brasil para o carnaval? Ela está tão envelhecida. Beyoncé não gosto das músicas, não gosto do auvoroço, mas é diva… esse clipe novo com a Alicia Keys. você percebe claramente que ela vai brilhar, Alicia não. nada como um bundão, um bom rebolado, e um ventilador! O BBB está tãochato que nem vontade tenho de comentar. os homens são feios e todos bobões. dá vontade de dar uma pisa em cada um. E da novela estou esperando Luciana e Miguel. (vê, eu não estou mais tão interessante). tem tocado a minha música-preferida-pra-dançar-sozinha-de-parzinho-em-casa sem querer e mais de uma vez quando estou nos lugares. é tipo… velhos tempos, sabe? e eu sou a moça dos velhos tempos. Mas a onda desse carnaval é SPC e axé antigo. o meu ‘clubinho’ gosta pra caramba. ahahah! Tem um vaso de trevos de quatro folhas no meu prédio. quem me conhece sabe que sempre quis ter um. dei para uns amigos, não peguei pra mim. quero jardim e flores. quero deitar na areia da praia pra conversar. dia médio nublado. vento no rosto. risadas. não vou dizer quem estaria deitado do lado. tenho que levar a vibe pro veterinário e estou aqui enrolando. e procurando vestidos para o casório de depois do carnaval. legging. lembro e esqueço. a minha memória é daquelas antigas. dá pra ver né. eu preciso de um amor. deve ser isso. pra parar de me preocupar com o que importa e viver flutuando poraí.
eu posso me acostumar muito rápido com o fato de você ficar apaixonado por mim (haha). eu tenho tentado diminuir o ritmo, não o de trabalho. o de trabalho tem que ser sempre ‘pra frente e avante!’. eu nao tenho mais tempo pra escrever., na verdade, eu tenho tido pouca vontade de contar… e se tem uma coisa que eu sei ser agora é racional, acredite. talvez por isso tenha escrito tão pouco. escrever é para os apaixonados, e eu… nada!
Perdi o tino para algumas coisas. Umas vão tomando o lugar das outras e, com a falta de treino, perdi a prática. Desenhar e pintar, por exemplo… sonhar também. lembro que eu era bem mais criativa quando sonhava, com os lápis de cor, com as letras, com os suspiros. é preciso tempo para se inspirar também.
quero uma bicicleta de cestinha, quero mil livros que estão na lista da saraiva, quero um salto alto, quero viajar para o ‘mar’, quero arrumar o meu quarto e jogar milhões de coisas velhas, paradas, não usadas, papeladas, fora! Quero ler livro que faz suspirar… Clarice, Caio Fernando e Jostein Gaarden fazem bem isso. Nenhum deles na minha prateleira.
Don´t worry, evetything is going to be amazing! as coisas são assim mesmo, é que eu sou bastante nervosinha. tá tudo melhor do que antes. isso é verdade. Doer incomoda. não doer incomoda também… we´re not in wonderland Alice! Ele me disse que eu não preciso me preocupar só por que não está ardendo… e é mesmo verdade.
O drama, segundo Kurt Vonnegut
Ele explicou por que as pessoas tem tanta necessidade de drama em suas vidas.
Ele disse, “As pessoas escutam estórias fantásticas desde o começo dos tempos. O problema é que elas acabam achando que a vida real tem que ser como nas estórias. Vejamos alguns exemplos.”
Ele desenhou um gráfico vazio no quadro, como este:
O Tempo aumenta para a direita, a Felicidade para cima. Ele disse, “Vamos analisar o gráfico de uma estória muito comum. O conto da Cinderela.”
Começa com uma vidinha horrível, esfregando banheiro e com meio-irmãs do mal. Até que ela recebe um convite para um baile, a partir daí tudo começa a melhorar. A fada madrinha aparece e ela ganha um vestido novinho e uma carruagem. Sensacional! Durante o baile, ela dança com o próprio príncipe! Ela está nas nuvens! Mas aí bate meia-noite e ela tem que ir embora. Ah, não! Que triste! Ela tem que voltar a sua vidinha ordinária, limpando banheiros. Mas não é tão ruim quanto antes, agora ela está motivada por essa experiência. Pra terminar, o príncipe vem resgatá-la e a felicidade é infinita. Eles viveram felizes para sempre.
“As pessoas ADORAM essa estória! Esse enredo já foi representado milhares de vezes, em milhares de contos. E, por isso, as pessoas acreditam que suas vidas deveriam ser assim.”
Ele limpou o quadro e disse, “Agora, vejamos o arco de outra estória popular: o desastre.”

Um dia comum, numa cidade comum. Algo horrível acontece! Uma criança cai dentro de um poço! A cidade inteira se mobiliza para salvá-la. Velhos rancores são deixados de lado por causa desta tragédia e todos trabalham em sintonia. A criança é salva e tudo volta ao normal. Mas agora a vida está um pouquinho melhor, já que essa experiência os aproximou.
“As pessoas ADORAM essa estória! Esse enredo já foi representado milhares de vezes, em milhares de contos. E, por isso, as pessoas acreditam que suas vidas deveriam ser assim.”
O problema é que a vida real é diferente…
Nossa vida passa e as coisas acontecem dentro de uma normalidade. Alguns altos e baixos, mas nenhum acontecimento histórico. Nada tão fantástico ou tão terrível que possa ser transformado em uma estória a ser repetida por milhares de anos.
“No entanto, como crescemos cercados pelos enredos dramáticos de livros e filmes, passamos a acreditar que nossas vidas deveriam ser cheias de altos e baixos! Por isso que as pessoas fazem drama por nada.”
Por isso as brigas. Por isso o fanatismo com esportes. Por isso fazemos drama com tudo que acontece. Tentamos transformar nossas vidas em um conto de fadas.
(roubado de Derek Sivers)
O laço e o abraço
“Você já reparou como é curioso um laço.
Uma fita dando voltas?
Se enrosca…
Mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um laço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer lugar que se precise enfeitar.
E quando a gente puxa uma ponta, o que é que acontece?
Vai escorregando devagarinho, desmancha, desfaz-se o laço.
Solta o presente, o cabelo fica solto no vestido.
E na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento?
Como um pedaço de fita?
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual os pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor, a amizade é isso, não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.
Porque quando vira nó já deixou de ser um laço.”
Texto de Maria Beatriz Marinho dos Anjos.
Pra mostrar por que os meus dias tem sido bons…
Foi A. quem mandou.
Não fiz planos para 2010. A questão é que, sempre que faço planos, eu nunca os cumpro. e quero mesmo que esse seja um ano diferente. de novas idéias, de novas atitudes com relação a algumas coisas que não consigo me libertar. de novos caminhos, de escadas com muitos degraus. dá até pra sentir que 2010 vai ser um ano diferente. e nem é essa história cliché de recomeço… por que pra mim nada muda de uma hora pra outra, mas rola um lance de começar do 1. sabe como é? e é daí que passamos a esperar dos 364 outros dias do ano novo, coisas novas, coisas boas, acontecimentos importantes. é assim que vai ser todo ano. claro, tudo conseguido com o suór do nosso próprio rosto. viu crianças… a vida não é nada mole não.
então foi natal. e foi muito bom! Aliás… foi roupa nova, sabe? Não a banda, a sensação. Um presente mais que especial. não pelo presente… mas pelo preparo, sabe? E a festa…. ah, a festa foi indescritível!
eu só estava parada naquela porta fazia muito tempo, depois do ponto, tão escuro que eu não conseguiria nunca mais encontrar o caminho de volta, nem tentar outra coisa, outra ação, outro gesto além de continuar batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo naquela porta que não abria nunca.
foi bom passar um final de semana sem estar em função da empresa. fiquei em função de mim. adaptei as horas aos amigos. mas, no fim, fiquei foi em função de mim. e quando ví, não sabia o que fazer com esse tempo todo pela frente. não otimizei coisa nenhuma. mas dormi bem, ví filme, e hoje vou ver o fantástico. deitada. comendo alguma porcaria. assim como eu sempre gostei de fazer aos domingos.
Carta de John sobre a saída do RHCP:
Quando eu saí da banda, a mais de um ano atrás, nós estávamos em hiato por tempo indeterminado. Não houve drama ou raiva de nenhuma das partes e os outros integrantes foram muito compreensivos comigo. Eles apoiam a minha vontade de ser feliz fazendo o que for e a recíproca é verdadeira.
Para colocar de maneira simples, aconteceu que os meus interesses musicais me levaram para um lado diferente do deles. Desde que eu voltei ame unir à banda, fiquei muito animado com a possibilidade de explorar a sonoridade possível em uma banda de rock, especialmente de fazer isso ao lado desses caras. Há alguns anos atrás, eu comecei a sentir essa mesma excitação, mas era voltado para fazer um outro tipo de música, sozinho e sendo meu próprio engenheiro.
Eu realmente amo essa banda e tudo o que nós fizemos. claro que eu entendo o valor desse nosso trabalho e o quanto ele significa para muitas pessoas, mas eu me vejo obrigado a seguir os meus interesses. Para mim, arte nunca foi algo para ser feito com senso de “dever”. É algo que eu faço porque é divertido, excitante e interessante. Nos últimos 12 anos, eu mudei como pessoa e como artista em um grau tão agudo, que continuar com essa linha de trabalho ao lado da banda seria ir contra minha própria natureza.Não houve escolhas envolvidas nessa decisão. só preciso ser quem eu sou e preciso fazer o que é preciso.
Amor e gratidão a todos vocês.
John.








